Amplie o pipeline de negócios


1/08/2014

Broaden the Deal Pipeline

No mercado competitivo atual com excesso de liquidez, os sócios ilimitados têm muito trabalho pela frente.  Em minha última publicação, ofereci uma visão geral do cenário das participações privadas.  Para fechar mais negócios com retornos maiores, os especialistas dizem que você deve construir um pipeline de negócios mais profundo e não confiar totalmente no crescimento do PIB, expansão múltipla e alavancagem.

Nos Estados Unidos, o mercado mais maduro, apenas 6% a 7% das empresas com matriz nos EUA já estiveram nas mãos das participações privadas.  Buscar negócios proativamente entre as milhares de empresas que poderiam se beneficiar da posse de participações privadas será uma importante fonte de oportunidades novas e rentáveis de  investimento.  Siga à jusante para encher o pipeline de negócios.

A empresa de consultoria Bain estima que 15% das empresas com valores corporativos superiores a US$ 500 milhões já são de propriedade de empresas de private equity . Em comparação, a private equity detém apenas 3% das empresas com valores inferiores a US$ 100 milhões, diz o relatório da Bain  “Global Private Equity 2014”. Para grandes fundos, porém, esse segmento não faz muito sentido, considerando o volume de capital necessário.  Aqui, a concorrência será mais acirrada.

Expanda a mente do sócio ilimitado

É hora de mais sócios ilimitados usarem a criatividade e pensarem em outras estratégias que não seja a aquisição de empresas.  Parcerias e participações minoritárias podem ser menos convencionais, mas mais lucrativas.  Alguns dos maiores nomes em participação privada já demonstram interesse por isso.  A Blackstone investiu US$ 200 milhões em uma participação de 13%  na empresa de calçados Crocs, em dezembro.  A Carlyle fez um investimento minoritário de US$ 500 milhões na empresa de áudio Beats, no último mês de setembro — ganhando um retorno de 80% quando a Apple adquiriu a empresa,  alguns meses mais tarde.

Além disso, temos sempre negócios com outros patrocinadores.  Deve haver uma grande e boa variedade disponível para a escolha.  Mais de metade das empresas financiadas por fundo de private-equity  nos Estados Unidos foram adquiridas antes de 2008, e a seus fundos estão prestes a expirar.  É hora de vender e encerrar os livros.  Os sócios ilimitados trabalharão com os adquirentes, e com os outros sócios ilimitados.  A competição pelos melhores negócios será acirrada.

Não há escapatória — na maioria dos casos, os preços pagos serão altos.  Contudo, a abundância de capital não é chamariz suficiente: os fundos de private equity jamais fizeram negócios por isso.  Em vez disso, os negócios feitos precisam apresentar resultados.

Os retornos alfa são influenciados por diversos fatores qualitativos e quantitativos em toda a curva de transações.  Não há qualquer novo segredo para o sucesso.  Dos negócios que os sócios ilimitados realizam, é preciso que um número bem maior seja uma vitória, e não uma derrota.  Nessas vitórias, o retorno precisa ser fabuloso.  E, é claro, quanto maior o negócio, maior a vitória e maior o retorno.



Allan Cunningham

Allan Cunningham

Allan Cunningham é executivo sênior de mídia e passou os últimos 15 anos da carreira trabalhando para algumas das empresas de mídia mais respeitadas de M&A e Private Equity, incluindo as publicações da Dow Jones, Private Equity Analyst e VentureWire, e, mais recentemente, The Deal. Ele desenvolveu vários negócios bem-sucedidos de conteúdo digital e de eventos, tanto de assinatura quanto com apoio de patrocinadores, distribuindo informações e serviços de marketing de conteúdo para clientes no ecossistema de M&A e de negócios mais amplos.

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