Regulamentos de privacidade de dados: ruins para os negócios?

No mundo digital de hoje, não existem mais qualquer ''limite físico'' no que se refere ao compartilhamento de informações, e os governos nacionais estão tentando se adaptar a esta mudança..


6/05/2016

Ovum Report Data privacy laws: Cutting the red tape

No mundo digital de hoje, não existem mais qualquer ''limite físico'' no que se refere ao compartilhamento de informações, e os governos nacionais estão tentando se adaptar a esta mudança com a aprovação de novas leis de privacidade de dados para a proteção de dados de identificação pessoal. Assim, as organizações precisam reagir a essas mudanças e garantir que seus parceiros na nuvem, sigam os processos e acatem esses novos regulamentos.

Leis de privacidade de dados: Redução da burocracia

Uma pesquisa e relatório internacionais, encomendados pela Intralinks e conduzidos pela empresa global de análise Ovum, avalia as preocupações com a soberania de dados no ambiente de negócios atual, cada vez mais baseado em nuvem. No 3º trimestre de 2015, 366 responsáveis por decisões de TI no mundo inteiro — dentro de organizações de diferentes tamanhos e setores — foram sondados  sobre o nível de sua preparação para regulamentos de privacidade de dados novos e aguardando aprovação.

As principais conclusões da nossa pesquisa confirmam que o movimento global de direitos de privacidade apresenta novos riscos comerciais e econômicos para as organizações.

Estes são alguns dos destaques da pesquisa:

  • Dois terços das empresas esperam uma mudança em suas estratégias globais de negócios, à luz dos novos regulamentos de privacidade de dados.
  • Mais de metade das empresas acha que receberá multas devido ao Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) em vias de aprovação, na Europa.
  • Mais de 70% das empresas esperam uma elevação no orçamento para o atendimento a novos requisitos de soberania de dados.
  • As organizações não estão usando a tecnologia com a eficácia necessária para abordar as preocupações com a privacidade dos dados
  • Os EUA são o país menos confiável, em nossa pesquisa sobre o respeito aos direitos de privacidade, atrás da China e da Rússia.
  • Ao longo dos próximos três anos, 78% das empresas pretende usar aplicativos em nuvem e baseados em SaaS para armazenar e compartilhar dados confidenciais e dados regulados.

O impacto da regulamentação de soberania de dados está apenas começando e se tornará uma preocupação crescente para as organizações que operam internacionalmente, à medida que novas leis continuam surgindo. As empresas precisam planejar e adaptar seus processos de negócios para atender a novas obrigações de privacidade em diferentes países e jurisdições.

Soluções de tecnologias que abrangem todo o ciclo de vida do conteúdo — dados em repouso, em trânsito e em uso — como Chaves de Criptografia Gerenciadas pelo Cliente (CMK) e Gerenciamento de Direitos de Informação (IRM), podem ajudar no cumprimento dos requisitos de conformidade pelas empresas. As organizações precisam preparar-se agora e começar a ajustar as estratégias de nuvem adequadamente, em atendimento às demandas regulamentares iminentes.

A sua empresa já começou a adaptar seus processos de negócios para cumprir as novas obrigações de privacidade dos dados?  Compartilhe suas opiniões sobre novos regulamentos de privacidade dos dados nos comentários abaixo. Clique aqui para obter um exemplar do relatório da Ovum, com o título: “Data privacy laws: Cutting the red tape” (Leis de privacidade dos dados: reduzindo a burocracia) e confira os nossos recursos sobre soberania dos dados  para obter orientações mais detalhadas.



Deema Freij

Deema Freij

Deema Freij is SVP, Deputy General Counsel and Global Privacy Officer, based in Intralinks’ London office. Deema oversees global data governance within the company and is responsible for further strengthening the company’s worldwide focus on data privacy and the regulatory demands placed on its customers. Deema brings almost two decades of experience in the legal profession. Prior to joining Intralinks in 2011 as Legal Counsel, EMEA & APAC, she spent seven years as a legal consultant.

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